LUIZ-OTTAVIO FARIA
   B I O G R A F I A
Alguns comentários de críticos da América na época destas apresentações destacaram a versatilidade e a qualidade ímpar do cantor ao despontar na cena
internacional:  “...como Sparafucile dominou o palco tanto vocal como físicamente...” disse o crítico do Boro Park News; “...o alto padrão de qualidade deste Trovatore
apareceu desde o início na voz calorosa e vibrante do baixo Luiz-Ottavio Faria como Ferrando...” destacou o ‘Community News’. A revista ‘The Record’ descreveu Faria
como um jovem artista de potencial superlativo ao elogiar suas atuações em papéis de peso como Silva (do “Ernani” de Verdi”) e Sarastro (da “Flauta Mágica” de
Mozart).  Também nos Estados Unidos, cantou em várias producões do Carnegie Hall, sob a regencia da maestrina Eve Queler, e no musical 'On the Town', de Leonard
Bernstein, no Dalacorte Theater de Nova Iorque, quando mereceu o maior destaque da crítica de um dos mais importantes jornais da cidade (“...o maior mérito vocal
está nas aparições do baixo Luiz-Ottavio Faria...”, escreveu Howard Kisse para o ‘Daily News’)

Luiz-Ottavio Faria foi vencedor de diversos concursos importantes, tanto no Brasil como no exterior. Entre eles, detacam-se o prêmio no XXI Concurso Carmen Gomes
(1987); o troféu Baixo Guilherme Damiano (1987); a Bolsa de Estudos para a Juilliard School of Music (1989); o Die Meistersingers- AIMS, Gratz na Áustria (1994); o
Opera Index, para a The Great Buffalo Opera; o YWCA (1995); o The New Jersey State Opera; o Lola Hayes Vocal Competition (1996) e o The William Mathews Sullivan
Foundation Award (1997), entre tantos mais.

Podemos registrar também o seu excelente domínio de interpretacão no repertório sinfônico, que inclui o magistral “Requiem” de Verdi, interpretado em Quebec, em
New York, em Mexico City, e no Festival Cervantino de Guanaruato, Mexico. Também fazem parte do repertório de Faria a “Nona sinfonia” de Beethoven (interpretada
em New York), o “Requiem” de Mozart , “The Kingdom” de Edward Elgar, “Magnificat” de Bach e “Stabat Mater” de Rossini.

Em agosto de 2001, Luiz Ottavio-Faria se apresentou no Carnegie Hall de Nova Iorque no difícil papel de Marcel, na ópera
“Les Huguenots” de Mayerbeer, pelo qual mereceu a máxima consagração do público e da mídia internacional, admirado tanto pela magnífica qualidade de sua voz de
baixo como por suas habilidades de ator dramático. Seu nome foi alvo de inúmeros elogios da crítica local, com destaques nas páginas de publicações como o
‘Financial Times’, entre outras. O crítico Brian Kellow, escrevendo para a prestigiada revista ‘Opera News’ sintetizou: “...o baixo Luiz-Ottavio Faria ofereceu uma
poderosa e sonora rendição do personagem Marcel...”.

Ao longo de sua jovem porém vasta carreira de sucesso, apresentou-se sob a regencia de consagrados regentes e regisseurs, tais como:
Franco Zeffirelli, Riccardo Frizza, Jose Maria Florencio, Giancarlo del Monaco, Giuliano Carella, Robert Lyall, Kristine Mcintyre, Roberto Abbado, Isaac Karabtchevsky,
Mauricio Garcia Lozano, Alfredo Silipigni, Roberto Minckzuc, Saverio Marconi, Will Cruchtfield, Marco Lacomelli, Enrique Batiz, Franco Ripa di Meana, Silvio Barbato,  
Mark Gibson, Bia Lessa, Yoav Talmi, Henrique Passini, Neil Veron, Pier Francesco Maestrini, Mark Flint, Grahan Vick, Eve Queler, Lorenza Cantini, Ligia Amadio, Andrei
Serban, Francis Graffeo, Thaddeus Strassberger, Ira Levin, Roberto Oswald, Gregory Ortega, Alejandro Chacon, Roberto Duarte, Andrew Morton, Bernard Labadie,
Stephanie Sundine, James Meena, Naum Alves de Souza, Kyle Swann, Sergio Brito, Kevin Stites, Ira Siff, Francois Clemmons, Gabriel Villela, Kamal Khan, Carroll
Freeman, Luiz Fernando Malheiro, Mark Verzatt, Ward Holmquist, Franco Gentilesca, Bruno Aprea, Jerome Shannon, Jung-Ho Pak, Jamil Maluf, Eugene Kohn, Chen
Kaige, Renato Palumbo, Kazushi Ono, Peter Keuschig, Daniel Oren, Srboljub Dinic, Maurizio Benini, Silvio Viegas,  Kazushi Ono, Allex Aguilera, Giorgio Gallione.

Futuras apresentacões do baixo Luiz-Ottavio Faria para 2010-2012  incluem:
Nabucco, no papél de (Zaccaria) com o Greek National Opera of Athens, no Histórico Teatro Herodes Atticus Odeon, The Greek Passion, opera de Bohuslav Martinu,
como (Priest Fotis), no Teatro Massimo di Palermo, sob a regência do Maestro Asher Fisch e regência do Maestro Damiano Michieletto, também com o Maestro Asher
Fisch, o Requiem de Mozart, no Teatro Massimo di Palermo. Rigoletto, interpretando (Sparafucile) no Teatro Filarmonico di Verona, sob a regência do Maestro Andrea
Battistoni, o Requiem de Verdi e um gala concerto, com a Orquestra do Teatro Arena di Verona, regência do Maestro Giuliano Carella, em Israel, com Masada Dead
Sea e Jerusalem Opera Festival e Don Carlo, interpretando o (Grande Inquisitor) com o Teatro de Oviedo, Espanha.

Para mais informacoes acesse o site:

                        LUIZ-OTTAVIO FARIA CRITICAS MAIS RECENTES      
O baixo Luiz-Ottavio Faria, como de hábito, emprestou sua elegância ao chefe da Inquisição em Veneza, Alvise Badoero. No terceiro ato, ofereceu-nos uma ótima
interpretação da cena e ária Sì, morir ella de"!. Belíssimo timbre e excelente projeção são duas de suas maiores qualidades. Seu dueto com Laura, Bella così,
Madonna, uma das cenas mais terríveis da ópera, em que Alvise ordena a morte da própria esposa, foi  memorável.                                                                                                 
Movimento.com   (Brasil) Aug/ 27th//2006  Leonardo Marques

Também o baixo Luiz Ottavio Faria fez, com muita propriedade, o marido de Laura, Alvise, tirando o melhor partido possível de "Si, morir ella dè", ária que,
musicalmente, é muito fraca.   Estado de Sao Paulo  (Brasil) Aug/ 23rd/ 2006  Lauro Machado Coelho

Resta, finalmente, registrar a excelência da voz de Luiz-Ottavio Faria, impecavel no curto papel de Nourabad.
(Lauro Machado Coelho, Estadao, São Paulo 06/ Setembro/2005)

"Luiz Ottavio Faria, com seu morno, baixo "tobacco-tinged", esteve perfeito como o capitão sábio."
(Maggie Larrick, Queens Anne News, Seattle, 02/Março/ 2005)

"O baixo Luiz Ottavio Faria fez um Sarastro sólido. Suas notas mais graves foram tão ricas e seguras quanto seus tons mais agudos, trazendo uma presença musical
completa a seu desempenho e tornando ambos os hinos de Sarastro - como arias memoráveis."
(Mr. Robert W. Butts Classical New Jersey Society Journal, 22/Julho/ 2004)

"Luiz-Ottavio Faria fez um Zaccaria totalmente satisfatório, com facilidade para os agudos e um sonoro Fá grave."
(Luther Wade, Opera news, Fevereiro 2004)

"Com notas baixas viscerais, o baixo Luiz-Ottavio Faria foi proeminente como Zaccaria, o mais elevado pastor dos hebreus."
(William Thomas Walker, Classical voice North Carolina, 01 de Novembro, 2003)

"Como Banquo, o baixo brasileiro Luiz-Ottavio Faria, foi o responsável por uma das maiores qualidades do espetáculo: Adequação na escolha do elenco para a ópera.
Sua bonita voz traduz com plenitude a tessitura Verdiana. A poética inflexão deste grande artista fica como marca registrada de seu bom gosto e apropriação na
composição de um personagem perfeito."   (Fábio de Mello, Movimento.com, 20/Julho/ 2002)

"Ótimo, o baixo Luiz-Ottavio Faria no papel de Timur; sua doce voz foi muito bem acompanhada pela interpretação cênica que o cantor ofereceu,do sofredor e
atormentado pai de Calaf."   (Sabino Lenoci, L' Opera magazine, Maio/ 2002)

Luiz-Ottavio Faria se lucio con una voz de bajo cantante de primera categoria como Alvise.
Eduardo Brandenburger, ( Opera Actual, Spain.)

Resta, finalmente, registrar a excelência da voz de Luiz-Ottavio Faria, impecavel no curto papel de Nourabad.
Lauro Machado Coelho, ( Estado de São Paulo, Brasil )

Ottimo il basso Luiz-Ottavio Faria nei panni di Timur; la sua calda voce si e' ben accompagnata all' interpretazione scenica che il cantante ha dato del sofferente e
tormentato padre di Calaf.   Sabino Lenoci, ( L' Operamagazine, Itália )

O Baixo Luiz Ottavio (Timur) confirmou que, no momento, e' uma das grandes realidades do Brasil.
- Tribuna da Imprensa, April 24th, 2002 by Maria Teresa Dal Moro

No elenco, mereceu destaque, ainda, Luiz-Ottavio Faria, interpretando o goitaca, voz potente, quase demoniaca, para um ator de boa presenca cenica.
- Estado de Minas, August 1999, by Marcello Castilho Avellar
O baixo brasileiro Luiz-Ottavio Faria, natural do Rio de Janeiro, estudou canto com professores consagrados no mundo lírico, tais como Fernando Teixeira, Nilze
Mirian Vianna, Simon Estes e Benjamin Mathews.  Formado pela prestigiada ‘The Juilliard School of Music’, de Nova Iorque, também foi aluno da ‘Escola de Música
Villa-Lobos’, do ‘Conservatorio Brasileiro de Música’ e da ‘Universidade do Rio de Janeiro’, além de frequentar o ‘American Institute of Music Studies’, AIMS, na Áustria.
A estréia mundial de Luiz-Ottavio Faria se deu na ópera “Un Ballo in Maschera”, de Verdi, no papel de Tommaso, ao lado do legendário tenor Carlo Bergonzi e do
grande barítono brasileiro Fernando Teixeira, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com temporada estendida para o Theatro Municipal de Sao Paulo.  Mais tarde,
Commendatore ( Don Giovanni ), Ramfis ( Aida ), Sparafucile ( Rigoletto ), Sarastro ( Die Zauberflute),  Colline ( La Boheme ), Banquo ( Macbeth ), Oroveso ( Norma )
Zaccaria ( Nabucco ) e Timur (Turandot).